Esta programação deve conter três domínios fundamentais: a arquitectura, o equipamento e o funcionamento. Estes três aspectos têm de ser abordados simultaneamente quando se trata de um museu de construção nova.
No caso de museus já existentes, a programação pode afectar igualmente na sua totalidade ou só em alguns dos seus aspectos. De facto, podem fazer-se várias propostas. Assim, podemos falar de um museu de criação nova que levará à realização de trabalhos prévios sobre localização, ordenamento urbanístico, e o próprio projecto arquitectónico. Num edifício já existente, por vezes, tomam-se importantes decisões com a adaptação de edifícios antigos, na sua maior parte de carácter histórico, palácios, castelos e hospitais, a funções museísticas como sucedeu com o Museu de Orsay ou no Centro de Arte Reina Sofía. Também se pode remodelar e ampliar museus que já funcionam como tal.
O projecto do Grand Louvre é o resultado duma programação sobre a organização e o funcionamento dum museu que foi renovado e ampliado. Foram recuperados espaços novos como o edifício do Ministério da Economia e das Finanças que oferece uma expansão horizontal e a recuperação de espaços subterrâneos onde foi possível, concretamente debaixo do pátio de Napoleão, dedicando estes últimos anos, a instalação de oficinas, salas de reserva e armazéns.
O projecto do Grand Louvre é o resultado duma programação sobre a organização e o funcionamento dum museu que foi renovado e ampliado. Foram recuperados espaços novos como o edifício do Ministério da Economia e das Finanças que oferece uma expansão horizontal e a recuperação de espaços subterrâneos onde foi possível, concretamente debaixo do pátio de Napoleão, dedicando estes últimos anos, a instalação de oficinas, salas de reserva e armazéns.
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