sábado, 30 de outubro de 2010

Palestra Santos Regalados

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Santos Regalados

terça-feira, 1 de junho de 2010

AMUTER - Amigos do Museu Terras de Regalados


No passado dia 17 de Maio, foi formalmente constituída na Conservatória Predial de Braga, a AMUTER – Associação dos Amigos do Museu Terras de Regalados.
Os Amigos do Museu Terras de Regalados surgem com o intuito de contribuir para a divulgação do Museu, pugnar pelo enriquecimento do acervo do mesmo quer em termos de peças quer em termos de equipamentos e acção fundamental, constituir um elo de ligação entre o Museu e o seu público.
A AMUTER incide também sobre a área do conhecimento dedicada especialmente à administração, manutenção e organização de exposições e eventos.
A Arte não pode estar fechada num Museu. Tem de transpor esta barreira e inculcar-se no dia-a-dia da sociedade. É intrínseca ao seu ser e como tal, deve ser compartilhada e discutida.
O estímulo do interesse pelo Museu e a sua compreensão como centro vivo de cultura são uma das alavancas que move esta iniciativa que se pretende não local mas globalizada, não individual mas colectiva, não estática mas dinâmica.
São Sócios Fundadores da AMUTER Alcina Ferreira, António Vilela, Flora Oliveira, Hernâni Monteiro, Joana Fernandes, José Mota Alves, Rosa Pinto, Rui Mota, Victor Faria e Virgínia Ribeiro.

O Vilaverdense (Publicação de Junho de 2010)

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Vestes da Fé nos Media

Respire Fundo! Está em Vila Verde (Publicação de Domingo, 31 de Janeiro de 2010)

Terras do Homem (Publicação de Quinta-Feira, 4 de Fevereiro de 2010)

Vila Verde-Digital (Publicação de Fevereiro de 2010)

Agência Ecclesia (Publicação de Sábado, 30 de Janeiro de 2010)

Diário do Minho (Edição de Sábado, 30 de Janeiro de 2010)












Terras do Homem (Edição de Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010)

sábado, 9 de janeiro de 2010


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Festas Felizes


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

AVISO

Estamos a trabalhar para si.
O Museu Terras de Regalados encontra-se em obras de requalificação.
Prometemos ser breves.

A investigação nos museus – III


A investigação no campo dos museus conta com importantes meios que possibilitam o seu trabalho científico, onde se encontram a biblioteca, os laboratórios, os projectos de investigação e as publicações. O conteúdo da biblioteca estará relacionado com os fundos do museu e com todas as funções e actividades que nele se levem a cabo: temas de educação, conservação, exibição, entre outros.
Uma das regras que a biblioteca tem de assumir é a continua actualização dos seus fundos adquiridos por compra, intercâmbio com outras instituições ou através de doações dos próprios profissionais e investigadores.
Acreditamos que a biblioteca é uma boa escala sobre a qualidade da investigação destas instituições. Por outro lado, é importante contar com espaços adequados e pessoas especializadas que tornem possível a ordenação e classificação dos fundos, com o objectivo de facilitar o uso da mesma, e permitam o seu acesso a qualquer investigador ou pessoa que requeira a consulta dos seus fundos. Alguns museus têm bibliotecas dirigidas às crianças, contribuindo assim para melhorar e expandir a sua missão educativa. A informatização dos fundos é sem dúvida um bom meio para explorar e optimizar todos os recursos na ordem de serviço social que tem incumbido.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

AVISO

Estamos a trabalhar para si.
O Museu Terras de Regalados encontra-se em obras de requalificação.
Prometemos ser breves.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A investigação nos museus – II

A investigação nos museus está orientada, fundamentalmente, para a análise das obras neles conservadas, em publicá-las e compará-las com outras já conhecidas.
Contudo, também pretende acumular conhecimentos precisos e exactos que há-de ser a base em que se apoiam outras funções como a apresentação ao público, a comunicação e difusão através de conferências e outras actividades complementares.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A investigação nos museus - I


Uma visão globalizada do museu leva-nos a situar a investigação na relação com as restantes funções do mesmo. Partindo da informação que “no novo museu a investigação é o instrumento que possibilita a conservação, comunicação e exibição dos seus conteúdos culturais”, o primeiro passo a dar deve ser dirigido à consecução do conhecimento das colecções através da análise e contrastação dos resultados. De facto, uma das tarefas que são atribuídas directamente à investigação é a elaboração dos instrumentos de descrição e catalogação para o estudo científico dos fundos. Para isso, o investigador deve contar com uma ampla formação e especialização do conteúdo dos mesmos, apoiando-se na bibliografia existente sobre o tema e os resultados das análises realizadas pelos distintos laboratoriais com o fim de integrar os conhecimentos históricos, artísticos e culturais das colecções, com os resultados dos métodos analíticos aplicados aos bens culturais, incrementando assim as informações que temos sobre elas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

sábado, 31 de outubro de 2009

Horário

Avisa-se que no próximo dia 1 de Novembro o Museu Terras de Regalados estará encerrado no horário habitual estando aberto da parte da tarde.

Gratos pela atenção.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A Informatização das Colecções

A informatização das colecções pode ter diversos objectivos. Um deles, é cobrir as necessidades internas do próprio museu, um segundo trataria de ampliar o seu acesso e uso ao público, e um terceiro consistiria em estabelecer sistemas integrados de informação com outros museus. A aplicação destes novos sistemas técnicos nos museus inicia-se na década dos anos 70. Os primeiros museus na automatização das colecções mas rapidamente se começaram a ampliar o seu uso a outras funções e actividades de educação, investigação científica, serviços técnicos e gestão do próprio museu. De forma gradual foram aparecendo estudos gerais que expressam a enorme possibilidade que a informática oferece. Cada museu, antes de iniciar o processo de informatização das suas colecções, tem de realizar um estudo detalhado do volume das mesmas e da sua natureza para passar, posteriormente, para a elaboração de um programa de acordo com as suas necessidades e objectivos.
Considera-se básico o facto de contar, desde o primeiro momento, com pessoal qualificado e com os meios económicos necessários para levar a cabo esta tarefa.
Este primeiro passo de informatização das colecções permite desenvolver o que hoje se conhece como “a informática da comunicação”, em que o ordenador se converte num suporte de comunicação onde os profissionais dos museus beneficiam, definindo uma série de estratégias que tem como objectivo revalorizar os fundos museográficos.
Todos estes meios têm revitalizado as diversas funções do museu chegando, inclusive, a obter dados sobre o comportamento do público, frequência das suas visitas, dias e horas das mesmas e itinerários elegidos. A sua aplicação estendeu-se até aos serviços técnicos com a incorporação de programadores de iluminação, climatização e segurança. As novas orientações da museologia, dentro do processo dinâmico desta, apostam por um melhor nível de comunicação, em que a incorporação dos avanços tecnológicos com todas as possibilidades que estes oferecem, é considerada como um dos meios de comunicação mais importantes ao seu alcance.

sábado, 10 de outubro de 2009

Inventário

A ficha de inventário é o instrumento mais importante do sistema de documentação. Segundo as orientações do CIDOC-ICOM, deve conter pelo menos nove atributos básicos, podendo ampliar-se estes segundo as necessidades dos museus:
1. Nome do museu ou da instituição;
2. Número de registo;
3. Nome do objecto;
4. Classificação genérica;
5. Descrição;
6. Forma de ingresso;
7. Fonte de ingresso;
8. Ficha de ingresso;
9. História do objecto.

Dentro destes atributos, uns podem extrair-se do próprio objecto (o nome, a descrição, a matéria), enquanto outros constituem a sua história (a sua proveniência ou a sua fonte de ingresso). Estes correm perigo se não se recolherem imediatamente no seu momento de ingresso, podendo perder-se para sempre. Um dos maiores problemas é a falta de rigor para complementar alguns atributos, como o nome do objecto, dado que, com frequência, se utilizam diversos termos para o mesmo objecto.

Um complemento imprescindível de todo o sistema de documentação é constituído pelas fotografias dos objectos que ajudam à identificação dos mesmos. Estas devem colocar-se na ficha de inventário, aconselhando-se que a fotografia e o negativo levem o mesmo número de inventario que o objecto, com a finalidade de facilitar o uso do sistema.

sábado, 3 de outubro de 2009

Sistemas de documentação

O sistema de termo pode definir-se como “um conjunto de elementos que possuem, pelo menos um carácter comum e que concorrem, de uma maneira ou de outra, à obtenção de um resultado” (Bergengren, 1978: 13). Aplicado ao campo da documentação, consiste numa série de instrumentos estruturados e inter-relacionados através dos quais se recolhem os dados, se tratam e, posteriormente podem ser utilizados pelos profissionais e pelos usuários dos museus (Caballero, 1988: 456). Entre as características de um bom sistema de documentação, podemos realçar a fiabilidade, flexibilidade e a economia. A fiabilidade refere-se à capacidade do sistema assegurar a cobertura de todos os processos de documentação por meio de instrumentos adequados. A flexibilidade consiste na possibilidade de se adaptar a diversos museus que contenham diferentes tipos de colecções. Isto consegue-se utilizando os instrumentos básicos e desenhando s complementares para cada tipo de colecção. A economia significa que o sistema deve oferecer o acesso à informação requerida no menor tempo possível. Igualmente, deve permitir visualizar, a partir de um dos instrumentos, os dados registados noutros meios.

A documentação das colecções


A documentação de um museu deve reunir e registar informações exactas sobre todos os fundos existentes no mesmo, posto que “as informações sobre as peças, que nos explicam a sua vida e os seus problemas passados, são tão importantes e por vezes mais que os próprios objectos. As informações inerentes ao objecto podem ser sempre recolhidas; no entanto se a sua história se perde, perde-se para sempre” (Porta et alii, 1982: 18). Todos os museus realizam algum tipo de controlo sobre o seu património, prática, muitas vezes baseada no empirismo e na descontinuidade. O empirismo manifesta-se no registo pouco preciso e improvisado, que não responde a um trabalho planificado e carece, por conseguinte, de efectividade e continuidade. O facto de que não se conta com um pessoal qualificado e permanente faz com que se modifiquem constantemente os critérios de documentação, com consequente risco de perder parte da informação. Outro dos problemas que habitualmente se constata é a falta de vinculação entre os distintos registos utilizados dentro da mesma instituição, agravando com isso os problemas já apontados.
O processo de documentação encontra-se estritamente unido à recuperação de dados que se obtêm através das distintas funções do museu e que entranham a elaboração de algum tipo de informação a partir do conteúdo do mesmo. Da qualidade do registo, onde assentam os processos de documentação, dependerá que o grau de conhecimento que possuímos sobre as colecções seja mais ou menos sólido. A informação obtém-se através de duas fontes: os fundos e os documentos. Os fundos são constituídos por objectos pertencentes à cultura material. Através duma observação directa e objectiva dos mesmos, pode-se extrair uma série de dados que devem ser completados, com documentos escritos ou com qualquer outro tipo de informação que possa ser deduzida do meio em que a peça foi recolhida.

Elementos constituintes do Museu

Quando falamos dos elementos constituintes de um museu, referimo-nos ao continente ou edifício, ao conteúdo ou colecções e ao público. Por colecções entendemos objectos ou testemunhos materiais do homem e a informação que sobre eles se tem.

Esta informação pode-se conservar em forma de registos escritos, gráficos e sonoros, e todos eles possuem um grande valor documental, uma vez que nos ajudam a contextualizar os objectos.

O público é o receptor de toda a laboração do museu e abarca um sector muito amplo, constituído por crianças, adultos, profissionais e especialistas que requerem um tratamento e informação específicos para cada caso.

O continente é o espaço físico e o âmbito onde se levam a cabo as diversas funções e actividades do museu: exposição, comunicação, educação e investigação. Todas elas apontam para a meta final que consiste em facilitar a documentação a partir dos objectos para uma melhor compreensão do passado e do presente.

O conteúdo do museu, devemos referir, está constituído por entidades de natureza dual. Por uma parte, os objectos tendem a degradar-se a partir das suas condições originais. Por outra, a informação vai-se incrementando à medida que corre a sua vida dentro da instituição, para que os diversos processos a que vem sendo submetidos – análises, restauração e investigação – vão gerando um maior número de dados e informações sobre eles. Observa-se que a dinâmica dos elementos que compõem a unidade objecto-informação, se desenvolve em direcções antagónicas: enquanto os objectos tendem a perder as suas características físico-químicas originais, a informação sobre eles vai crescendo.

Todo o processo de documentação se baseia nos dados inerentes ao objecto e à informação que se possui sobre eles: desenhos, planos, fotografias, relatórios, cartas e formalidades de ingresso da peça no museu, que constituem o registo de fundo.

A colecção gera sempre uma documentação, considerada como ensino, instrução e informação.